Aplicativo de vistorias: O checklist definitivo para escolher a ferramenta ideal
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Em toda vistoria de imóveis, existem elementos que não podem faltar — independentemente do tipo de imóvel, do cliente ou da metodologia usada.
Nesta aula do Vivendo de Vistorias, Diego Oliveira explica, de forma direta e prática, quais são os itens essenciais que tornam um laudo completo, técnico e profissional.
Segundo Diego, a grande diferença entre uma vistoria amadora e uma vistoria profissional está na estrutura e na padronização.
“Tem vistoria com poucas fotos, outras com excesso de detalhes. O segredo está no equilíbrio entregar tudo o que é necessário, mas sem firula”, explica.
Toda vistoria deve seguir uma sequência lógica e bem organizada.
O primeiro passo é montar um cabeçalho com informações claras:
Identificação do cliente (imobiliária, corretor ou proprietário);
Logo da imobiliária (para clientes recorrentes);
Identificação do vistoriador e data da vistoria;
Tipo de vistoria (entrada, saída, rotineira, etc.);
Endereço completo e, se possível, um mapa com localização;
Metragem e características gerais (como se o imóvel é mobiliado ou não).
Esses elementos formam a introdução do laudo e dão contexto à vistoria.
Além disso, Diego recomenda incluir também a identificação das pessoas envolvidas: proprietário, locatário, fiador e o próprio vistoriador.
Cada vistoria deve ter uma introdução explicando como foi realizada.
Essa introdução pode ser padronizada pela empresa e deve conter:
Critérios de avaliação (ex.: pintura nova, imóvel faxinado, estado de conservação);
Forma de contestação (como o cliente pode divergir das informações registradas);
Leituras de consumo (água, energia e gás);
Controle de chaves individualizadas (portão, sala, correio, etc.).
Uma vistoria profissional é sempre organizada por ambientes.
Cada ambiente deve conter os itens presentes e suas características.
Diego recomenda seguir uma ordem lógica, como:
Porta e fechadura;
Piso e rodapé;
Paredes e tomadas;
Móveis fixos e armários;
Teto e luminárias.
Para cada item, devem ser descritos o nome, o material, o estado, o funcionamento e as observações gerais.
A cada descrição, deve haver uma foto correspondente logo abaixo, facilitando a leitura e a conferência.
Quando um item apresenta defeito como vidro quebrado, lâmpada queimada ou fechadura danificada ele deve ser registrado como inconformidade.
Ferramentas como o Pleno Vistorias permitem separar essas ocorrências automaticamente, gerando dois relatórios: um completo e outro apenas com as inconformidades.
Além das fotos, os vídeos são fundamentais.
O ideal é gravar:
Um vídeo geral por ambiente;
Vídeos específicos de partes hidráulicas;
Vídeos de inconformidades, se houver.
No final, o laudo deve conter uma conclusão padrão com o resumo das observações e espaço para concordância do cliente.
Diego reforça:
“Nunca deixe de testar um item. Tudo deve ser registrado, testado e fotografado.”
Para facilitar o envio e reduzir retrabalho, o relatório deve conter:
Link direto para download das vistorias e fotos;
Link para contestação (para comentários e divergências do cliente).
O Pleno Vistorias automatiza ambos os recursos, separando as fotos por ambiente e permitindo que o cliente baixe tudo diretamente do relatório — sem precisar solicitar por e-mail ou WhatsApp.
Diego recomenda desenvolver um método próprio para manter a produtividade:
“Eu prefiro descrever o ambiente inteiro primeiro e só depois fazer as fotos e vídeos. Assim ganho tempo e mantenho uma lógica mais clara.”
Por fim, ele conclui com um conselho que resume toda a aula:
“Crie seu próprio processo, mas nunca esqueça: vistoria é técnica, padrão e responsabilidade. Quando bem feita, ela protege todas as partes envolvidas.”
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🎥 https://youtu.be/OuQ08XrpnF0
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